sábado, 6 de outubro de 2007

Como frio da manha

O frio bate em minha porta, olho para o lado e você não está lá, te busco em minha visão e você se foi, tento me lembrar de seu rosto mas só me lembro de seus traços, desico ir atrás de você mas não sei seu nome, choro e me desespero mas você não houve, me sinto abandoado e só e não sei onde ir, decido gritar mas você não responde, então descubro que você não passava de um sonho e que tudo o que eu vivia era uma ilusão e que minha vida não passava de uma farsa uma maneira de me enganar e viver com uma pessoa que nunca existiu, olho e não vejo nada pois a escuridão não deixa que as pessoas me vejam e por isso não sou nada e nada sou eu, as vezes me pego pensando em você, mas você não existia, nunca te vi, e não sei se você existirá.

Mas um dia acaba e me dou conta do vazio onde moro e a escuridão que habita em mim, desejo de todo o coração sair do abismo, não sou eu que o criei, mas sim a vida.

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